Pegamos o metrô para o próximo passeio e na estação de metrô, ficamos emocionados com uma máquina de livros...maravilhosa. Colocamos dois reais e retiramos um livro muito bom, ali encontramos todos os Clássicos. Realmente uma ideia deliciosa!!
Descemos na Estação da Luz e fomos direto para o Museu da Língua Portuguesa, no sábado era gratuita a visita. Estávamos amando o lado cultural de São Paulo...
Lá muitas emoções com músicas brasileiras e muita, mas muita história...
Beco das Palavras
A janelas era Poética...
Museu da Língua Portuguesa
Saindo do Museu fomos almoçar no Mercado Público Municipal, tínhamos que comer o pastel de bacalhau e o sanduíche de Mortadela...pensa em povooooo, todos estavam lá....uma delícia!!
Tudo era motivo de foto, mas o Mercado estava lotado...
As nossas crianças estavam amando, pois nunca tinham comido o sanduíche de mortadela...
O pastel mais famoso de São Paulo!
Natalie assustada com o tamanho do Pastel, mas mandou ver...
Nosso parceiro de viagem, tudo de bom!!!
Olha só o que é o sanduíche...
O casal 20...
O Casal 10...
Tadinho dos porquinhos...
O final do passeio ao Mercado foi doce e saboroso...
De noite saímos para comemorar a Páscoa na Sorveteria mais elegante de São Caetano do Sul a Frutaska. Combinamos que cada um deveria levar um poemas e faríamos um Amigo Secreto Poético de Páscoa, mas cá entre nós, acho que foi marmelada...Eu tirei o Emerson, o Emerson a Renata, a Renata o Emerson e o Bruno e a Nati se tiraram...foi uma melação só... Vejas os poemas que foram declamados nesta noite mágica...
Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.
Machado de Assis
Eu não existo sem você
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
Vinicius de Morais
Foi realmente uma noite linda....obrigada!!