sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Copán - Honduras - 1º de fevereiro de 2013



Copán - Honduras

Conseguimos um ônibus que saia às 13h para Copan, nossa última ruina maya a ser visitada nessa viagem. Resolvemos terminar nossa estadia na Guatemala dando um último passeio pela cidade de Antigua, aproveitamos para fazer as últimas compras de regalos e artesanatos para nossa casa.

As 13h em ponto já estávamos na Van, desta vez não muito boa, mas tudo bem. Fizemos a migração para saída da Guatemala que deixou boas lembranças e demos nossa entrada em Honduras, já era noite, foram mais de 7 horas de viagem, pagamos uma taxa de 3 dólares para entrar no país e mais um carimbo no passaporte. Não tínhamos lugar reservado, mas pesquisamos na internet que o hotel Granaditas Maya era um dos melhores, então fomos direto para lá, no caminho um rapaz nos disse que ele era caro e não tinha nada de mais. Bom, antes tivéssemos escutado o menino! Quando entramos no quarto, não tinha janela, parecia estar sujo e com formigas, mas pensamos (é só por uma noite).

Fomos jantar em uma casa tradicional da cidade o Restaurante Llama del Bosque, muito agradável e com uma comida muitoo gostosa, mas desta vez pedimos sem “frijoles”, veio um prato com carne (res) muito gostoso! Passei a noite com cólicas e dor de estômago, mas graças a minha madrinha, que tinha me dado uma bolsa de remedinhos básicos, encontrei lá Buscopan, via mensagens fui perguntando o que tomar, mas queríamos ir nas ruínas, não deixei me abater, fomos tomar café no bar “Via Via”, muito aconchegante. Eu tomei um chá e o Emerson café com “huevos revoltos”, estava uma delícia. Olhamos na placa do restaurante que também era pousada, pedimos para ver os quartos, nossaaa, uma graça, bem arejados e a metade do preço do nosso hotel. Fazer o que né? Agora já sabemos!!!

Seguimos caminhando despacio até as Ruínas, uns 2 km de caminhada, super tranquila. Minha barriga doía, mas meu corpo e o do Emerson estavam cansados. Olhamos tudo, uma estrutura incrível, muito bem cuidado o parque todo, diferente da Guatemala, mas a magia de Tikal é ímpar, em Copan algumas coisas foram modificando e arrumando, não sentimos a mesma vibração, mas sim, era linda também!

Depois de visitar as ruinas, fomos visitar o museu que é próximo e depois pegamos um “tuc-tuc” até a praça, é nisso que a cidade se resume. Estávamos com fome e paramos no Restaurante “Carnitas Nía Lola”, um lugar muito agradável, como eu estava me recuperando, pedi uma carne com batata e vegetais, avisei a moça que eu estava mal da barriga, ela foi de uma gentileza e acho que nem azeite usou na minha comida, ufa, não tinha coentro também. O prato do Emerson era delicioso, arroz com legumes, batata frita e uma carne com cebolas e muito tempero.

A parte mais emocionante e diferente do restaurante é quando ela sobe as escadas com o prato ou a cerveja na cabeça, vale a pena.

Resolvemos dar uma dormida na parte da tarde, para recuperar as forças, nossa foi o que ajudou! Saímos as 20h para jantar, tínhamos uma referencia de um restaurante que vimos pela internet, mas chegamos lá tinha um grupo grande de estrangeiros, e eles estavam bem atrapalhados, seguimos caminhando e encontramos mais alguns fechados, resolvemos então voltar no “Carnitas Nía Lola” e foi uma ótima ideia. Ao lado estava tendo um lançamento de um carro da Audi, gente chique pra todo lado e nos só curtindo o povo. Eu tomei uma sopa e o Emerson comeu um sanduiche de pollo. No dia seguinte iríamos para Roatán, mas a jornada seria longa! Boa noite Copan!






Olhamos tudo, e percebemos que tinha uma estrutura muito grande perto de Tikal, mas não era tão fascinante quanto lá, pois aqui a ação do homem foi muito maior que as ruínas de Tikal, não tinha a mesma magia e encantamento.






Em Copán algumas coisas foram modificadas e arrumadas, não sentimos a mesma vibração, mas sem dúvidas é muito lindo também!


Seguimos para o Museu que é próximo e depois pegamos um "tuc-tuc", até a praça, é nisso que a cidade se resume. Em história! Uma história fantástica de um povo que tinha conhecimento de mundo!




















Já era tarde e a fome já estava pegando! Paramos em um restaurante muito original. A parte mais emocionante e diferente do restaurante é que quando a moça vem com os pratos ou com a cerveja ela traz na cabeça, isso mesmo na cabeça. Vale muito a pena ir lá, pois além de boa comida é um ambiente muito agradável.


Olha o que encontrei lá!!










Nosso conhecimento do pensamento maia antigo representa só uma minúscula fração do panorama completo, pois dos milhares de livros nos quais toda a extensão dos seus rituais e conhecimentos foram registrados, só quatro sobreviveram até os tempos modernos (como se toda a posteridade soubesse de nós, baseados apenas em três livros de orações e "El Progreso del Peregrino)."